Uma Odisseia no Planeta Terra

“Ainda hoje, após milênios do nosso surgimento neste planeta e da nossa tão aclamada ‘evolução’, ainda somos naturalmente Incapazes de sermos Altruistas, pois o nosso Altruísmo vem da EDUCAÇÃO que recebemos e não por sermos Seres Humanos, superiores aos animais, como gostamos de acreditar. Nem toda a evolução pela qual passamos nos tornou melhores, principalmente no que diz respeito a nossa capacidade de CONTROLAR NOSSOS IMPULSOS NEGATIVOS, diante de situações que interpretamos como negativas para nós. Neste aspecto permanecemos iguais aos primeiros hominídeos, ou mesmo aos animais que agem tão somente pelo instinto de sobrevivência.” – Angela Alem

“Daqui a 05 ou 10 anos O MUNDO ENTRARÁ EM CONFLITOS pela escassez de ÁGUA E COMIDA!”

Li esta notícia em algum lugar que me fez refletir sobre a realidade que o Brasil vive já neste momento. Esta não é, portanto, uma Previsão, mas já uma Constatação. Tão lógica que nem precisamos ser ‘Videntes’ para adivinhar qual será o Futuro à nossa frente se tudo continuar caminhando da forma que já está.

HOJE já existe no Brasil esta disputa pela ÁGUA, que É DE TODOS e não propriedade de alguns poucos, porque da ÁGUA depende a Vida de todo Ser Vivo, humano ou não!

ÁGUA e AR são propriedades de TODOS Seres Vivos. Se não cuidarmos deles ficaremos sem… e, então, será tarde demais ‘brigarmos’ também pela escassez de Oxigênio.

Portanto, se já estamos nesta situação antes mesmo do previsto pelos cientistas pesquisadores, qual o próximo passo?

E onde fica a Inteligência Coletiva, a Empatia, capacidades de nos colocarmos no lugar do outro para melhor compreender o que se passa com ele e, então, sair de nós mesmos para nos preocuparmos com ajudar as outras pessoas no momento da dificuldade? Onde fica o ALTRUISMO?

helping-hand

Analisando com atenção o que acontece HOJE conosco aqui no Brasil, entre pessoas que se intitulam “CIVILIZADAS”, chego à conclusão de que nunca evoluiremos ao status de SERES HUMANOS, nem mesmo ao de CIVILIZADOS, na acepção correta destas palavras, i.é., sermos uma Humanidade que tem dentro de si Múltiplas Inteligências, Sentimentos e Emoções voltados para o COLETIVO – e mesmo assim, cada um olha somente para si próprio.

Até este momento assistia-se a disputas sociais por GANÂNCIA, um querendo ter mais PODER, mais COISAS e MAIS DINHEIRO que o outro. Entretanto, o que começo a perceber (e que muito me preocupa) é um COMPORTAMENTO MESQUINHO, MEDÍOCRE, demonstrando uma Pobreza de Espírito, que nunca havia imaginado de um Ser Humano com outro Ser Humano: Conflitos por disputa de algo ESSENCIAL À VIDA de qualquer Ser Vivo. Podemos viver muito bem sem 90% de tudo o que temos a nossa disposição hoje, mas NINGUÉM VIVE SEM ÁGUA, AR e COMIDA.

Como é possível chegarmos a este ponto, neste nível de competição em pleno séc XXI?

Ou será que este comportamento do Homem deste século só vem comprovar que a HUMANIDADE NÃO EVOLUIU EMOCIONALMENTE. Comportamentos como este de “Disputa por Água” só nos mostra que continuamos TODOS estacionados no mesmo patamar que estávamos quando surgiram em nosso planeta os primeiros hominídeos, representantes da Espécie Humana.

Estou assustada com esta revelação. Principalmente porque ela parte de Líderes Políticos da nossa nação. Líderes que deveriam estar já em outro estágio de evolução para serem chamados de Líderes, capazes de nos conduzir por caminhos mais seguros.

Já há algum tempo que minha mente se recusa a acreditar que NÓS, Seres Humanos, somos na verdade tão Mesquinhos e Inferiores como demonstramos ser a cada nova situação de ‘impasse’ social’ (Coletivo), a cada nova problemática que surge à nossa frente, incluindo nelas situações como o DESCASO TOTAL DOS GOVERNOS pela Saúde, Educação e o Bem Estar de bilhões de pessoas que morrem de fome e sede pelo mundo. Governos que só pensam em si mesmos e o quanto podem se beneficiar dos Impostos que cobram dos que mais trabalham de forma Honesta.

Se assim não é, então Vejamos… Estará a EVOLUÇÃO HUMANA restrita tão somente à Racionalidade dos cientistas pesquisadores que nos apresentam resultados surpreendentes de suas novas pesquisas científicas, ou mesmo restrita a uns poucos seres humanos mentalmente privilegiados?

E NÓS, a enorme maioria desta HUMANIDADE…, por que não reagimos à total alienação de nossos Líderes Governamentais ou mesmo Empresários donos de grandes fortunas, diante dos absurdos que cometem todos os dias com populações inteiras, passando a cobrar deles atitudes mais Humanas junto aos Seres Humanos que mais precisam de ajuda?

Por que a Humanidade como um TODO parece se ver como ‘desiguais’?

O que nos leva a agirmos de forma tão egoísta com aqueles que não pensam ou sentem como nós? Parece até que os consideramos como ‘de outra Espécie’!!

Partindo da análise de um brilhante roteiro assinado por Stanley Kubrick e Arthur C. Clarke, “2001: uma odisseia no espaço (1968)”, dirigido por Kubrick, cheguei à conclusão de que realmente este é um filme-ícone na história do cinema no que diz respeito à Evolução da Humanidade. Isto é ponto pacífico. E, exatamente por ser este ícone da Evolução do Homem e apresentar nele hominídeos brigando por um poço de ÁGUA, INSPIREI-ME NELE para refletir sobre nossa hipotética EVOLUÇÃO.

Para mim, em particular, as cenas mais impactantes, que mais me inspiraram questionamentos e reflexões neste filme, estão naquele seu primeiro ato, que traz o título de “A aurora do homem” (“The dawn of man”, no original).

Os silenciosos 20 minutos iniciais desse longa-metragem nos coloca na posição, digamos, um tanto desconfortável de telespectadores de um bizarro Big Brother focado no ambiente ancestral, enquanto somos confrontados com cenas do banal cotidiano de alguns de nossos antepassados hominídeos.

Num desses momentos, o filme nos apresenta um grupo desses símios pré-históricos que se encontra ao redor de um poço d’água, descansando e saciando a sede, quando, de repente, um bando rival se aproxima, com gestos e urros ameaçadores.

É quando indivíduos de uma mesma espécie colocam-se, então, em lados antagônicos, disputando a ÚNICA FONTE DE ÁGUA POTÁVEL naquelas redondezas. E, como sempre acontece em conflitos desse tipo, o grupo mais forte sai vencedor, expulsando os outros do local.

2001 odisseia no espaço

2001, l’odyssée de l’espace 2001: A Space Odyssey 1968 réal : Stanley Kubrick Collection Christophel

Mais adiante, ainda no ato introdutório deste filme, um dos símios intimidados e humilhados é visto sozinho, sentado em meio ao que parecem ser os vários ossos de uma Anta. Ali, esse “homem-macaco” apanha por acaso um grande e resistente fêmur e começa a batê-lo contra aqueles ossos espalhados pelo chão – primeiro, de leve. Depois, com mais e mais força. Então, vendo como os ossos mais frágeis são despedaçados a cada golpe dado, o hominídeo se excita e este ‘espancamento’ torna-se seu único foco à partir desse momento, tamanho o prazer proporcionado pela sensação de Poder que aquela recém-descoberta arma primitiva de repente lhe confere.

O osso é logo utilizado para matar uma Anta, e, ato contínuo, vemos que todo o grupo de hominídeos agora se vale da nova ‘tecnologia’ para abater suas presas e conseguir carne fresca. O passo seguinte, numa atitude infelizmente previsível da natureza humana, o grupo não tarda a usar o instrumento como Arma de Combate (de RETALIAÇÃO, de ataque…) e não mais de ‘Ajuda’ nas tarefas cotidianas ou de Defesa.

Munidos de ossos igualmente grandes e pesados, eles resolvem voltar à fonte d’água, de onde haviam sido enxotados, e lá, são confrontados pelo outro grupo, cujos membros eram fisicamente mais fortes, mas estavam desarmados. Ao opor resistência ao avanço dos que querem retomar o poço, o macho-Lider do bando rival é brutalmente assassinado em frente aos seus, espancado com aqueles grandes ossos, usados como porretes, diante do quê, o resto de seu grupo foge, aterrorizado.

O fêmur usado como Arma Assassina

2001-a-space-odyssey

É nesse ponto do filme que o macho-Lider do grupo vitorioso lança ao céu, com um ímpeto selvagem, o fêmur usado como arma assassina. E a imagem deste osso, girando nos ares, é subitamente sobreposta, quase que se fundindo à imagem da Estação Espacial que, num hipotético ano futuro de 2001 da era cristã, flutua ao redor da Terra.

Nessa abrupta transição de imagens, ouve-se ao fundo, na trilha sonora, duas peças maravilhosas, mas díspares entre si. A primeira -“Assim falou Zarathustra”, vigoroso poema sinfônico, de Richard Strauss, enfatizando a Força ‘descoberta’ pelo Homem ao perceber naquele osso seu ‘instrumento’ de Poder.

Foquei-me a este primeiro ato que conduziu minhas reflexões sobre a nossa Evolução, enquanto o filme nos apresenta à Aurora de nossa espécie, o “Acordar da Humanidade” para um novo estágio de evolução, que prospecta outro Poder ainda maior que será conquistado posteriormente (a Estação Espacial).

2001-uma-odisseia-no-espac3a7o-3

Nesse sentido, convém destacar o fato de que o filme de Kubrick acerta em cheio, ao nos mostrar dois grupos de primitivos hominídeos em conflito por Recursos Escassos, como a ÁGUA – que HOJE, em pleno séc. XXI, já está se tornando escassa em nosso planeta e começa a criar conflitos REAIS entre ‘grupos’ que parecem ‘se estranhar’ num momento em que deveriam ser mais Altruistas (governos dos Estados do RJ e MG em relação ao governo do Estado de SP).

E por quê o filme ‘2001’ acerta ao nos mostrar este conflito?

Simples! Porque quer deixar claro o que todos nós já deveríamos ter percebido há muito tempo: NOSSOS ANCESTRAIS, bem como também o HOMEM MODERNO, continuam não sabendo administrar suas EMOÇÕES NEGATIVAS em situação de CRISE, nem possibilitando se colocarem no lugar do Outro (Empatia), nem muito menos dialogar numa negociação diante de algo que PERTENCE A TODOS.

Isto tudo nos revela que NÓS, SERES HUMANOS, não somos naturalmente inclinados a nos percebermos como IGUAIS, como ÚNICA ESPÉCIE, com UMA ÚNICA ORIGEM. Apenas nos vemos como GRUPOS SEPARADOS, cada grupo se achando Diferente e Melhor do que os outros, não devendo, portanto, se ‘Misturar’ com os “OUTROS”.

Talvez seja esse o motivo que leve, atualmente, tantos povos a NÃO ACOLHEREM PESSOAS MIGRANTES DE PAÍSES QUE ESTÃO EM GUERRA, BUSCANDO UMA ESPERANÇA DE VIDA E CUJAS PORTAS LHES SÃO FECHADAS.

Assim, quando não somos forçados a uma aliança, quando temos alguma “liberdade de escolha e ação”, nossa propensão NATURAL é a de formar grupos de pares, a de nos associarmos a indivíduos com os quais nos identificamos. Existe até um ditado popular que diz:-“Diga-me com quem andas que te direi quem és”.

Uma vez formado o grupo, tendemos a nos guiar com base na seguinte Moralidade Intuitiva Primordial: Existe o “Nós” e os “Outros”. E há “Normas” que valem para “Nós” e “Outras Normas” que valem para os Outros. Vemos acontecendo esta REALIDADE a cada minuto em comentários que lemos nas Redes Sociais. Pessoas que pensam e agem de um determinado jeito, criticando os seus ‘Diferentes’, que nem pensam nem agem de forma semelhante. Cada pessoa pertencendo a um “grupo que a defende e “protege” de comentários que possam causar-lhe mágoas e ofensas.

Esse tipo de atitude pudemos observar continuamente na nossa Política durante o governo de Lula e de Dilma também. Nesse grupo do PT surge escancarada a DIVISÃO que Lula e Dilma insistem em fazer entre “NÓS e ELES”, onde o ELES é sempre tratado por apelidos depreciativos (para não dizer ‘xingados’).

Na minha concepção de Humanidade deveríamos todos aceitar as diferenças individuais na nossa sociedade como algo natural e importante. Porque, na verdade só consigo ver ‘crescimento e evolução’ na troca de experiências. O ‘igual’ não nos enriquece, não nos acrescenta. Apenas nos conforta, nos acomoda – este é o seu papel. É o “Diferente” que nos acrescenta, mesmo quando não nos transforma. E o Ser Humano precisa dos dois para evoluir.

Afinal, por quê exigirmos que outras pessoas sejam exatamente como nós, para gostarmos delas? Se amamos outras pessoas só porque se parecem conosco, na verdade estamos apenas amando a nós mesmos na outra pessoa. Isso é Egoísmo e não Amor. Amar é aceitar as diferenças, é aceitar e gostar APESAR das diferenças. Isso é o que nos ensina a Moralidade Social.

Mas esta Moralidade não nasce conosco, precisamos aprendê-la através da Educação.

Com efeito, a Moralidade constitui um produto do funcionamento socioadaptativo de nossas redes neuronais geneticamente desenhadas no ambiente ancestral – e muitos teimam em ignorar esse detalhe que lhes soa incômodo demais, em face de suas crenças religiosas, filosóficas, partidárias ou ideológicas.

O Contrato Social feito entre nossos ancestrais.

A emergência da Moral possibilitou e aprimorou a experiência Interpessoal, isso é inegável, e se houve um Contrato Social, lá atrás, no início dessa experiência humana em nosso Planeta, ou seja, se houve mesmo um pacto tacitamente firmado, sustentando a vida em pequenos agrupamentos que foram se ampliando até se formar uma Sociedade, suas “cláusulas” só poderiam estar em consonância com algum Código Moral igualmente estabelecido lá atrás.

O fato – e o problema – é que Toda Moral é sempre um Código para “dentro do grupo” em que é concebida, vale para garantir a ordem e a coesão internas, apenas ‘entre os membros de um grupo’. E NÃO no Grupo Maior, denominado HUMANIDADE. É o que o antropólogo John Hartung salienta, destacando um famoso exemplo bíblico, que reproduzo abaixo:

“Regras contra assassinatos, roubos e mentiras, em particular, codificadas pelos Dez Mandamentos, eram para ser aplicadas apenas dentro de um grupo cooperativo, a fim de permitir que esse grupo fosse bem-sucedido e vivesse em harmonia. Além disso, essa moralidade intragrupal sempre funcionou, tanto historicamente quanto por expressa intenção.” – John Hartung.

E, a bem da verdade, continuamos a ver, ainda hoje, muitos Povos e Grupos agindo dessa mesma maneira, COM DUAS MORALIDADES:- uma para os membros do grupo (sejam políticos partidários e apoiadores; grupos religiosos…,etc) e outra para os de ‘fora’ dele. O fato é que, mesmo sendo os humanos “animais sociais”, gregários por natureza, isso não equivale a dizer que formamos uma espécie capaz de espontâneo respeito de uns pelos outros, de forma global, entre todos os indivíduos da Terra. Não é assim que somos, pois não foi assim que evoluímos.

Esse é o resultado de como a Mente Humana funciona. Da mesma forma como outras operações a que nossos cérebros foram configurados por nossos genes para executar, o estabelecimento de um “sistema de crenças” foi vital, no curso da evolução da espécie, para manter a espécie humana até aqui.

Entretanto, este Sistema de Crenças que também foi se transformando com o passar dos milênios, não nos trouxe uma Evolução Emocional e de Sentimentos em relação aos OUTROS de nossa espécie, como se poderia esperar. Continuamos a agir de forma tal que só nos preocupamos conosco e os do nosso grupo. E se alguém tiver que morrer, que sejam os “Outros”, e NÃO NÓS. NÓS nos incumbiremos de Dar Continuidade à Espécie Humana – assim como fez Noé.

Finalmente, somando essa tendência a sermos apegados a nossas crenças e gostos, com o fato de que somos propensos a identificar grupos de ‘nossos iguais’ na sociedade buscando maior aproximação e, se possível, até nos associamos a eles. E juntando tudo isso com nossa tendência a separamos o “nosso grupo” de “outros grupos”…, acabamos por desenvolver Duas Moralidades, que nos levam a adotar espontaneamente DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS MORAIS, desencadeando em nossa Sociedade um SÉRIO DILEMA HUMANO: o Desafio de Manter a Ordem Social, visto que a Sociedade não é, em absoluto, um grupo homogêneo, mesmo sendo todos da mesma Espécie.

Portanto, ESTÁ NA GENÉTICA HUMANA nos acharmos Melhores do que nossos Semelhantes – apenas porque eles pensam ou agem diferentemente de NÓS. Chegamos até a vê-los como uma ‘ameaça’ à nossa maneira de ser.

Desequilíbrio-emocional-Tô-fora-01072012

Assim, podemos concluir que, ainda hoje, após milênios do nosso surgimento neste planeta e da nossa tão aclamada ‘evolução’, somos naturalmente Incapazes de sermos Altruistas, que o nosso Altruísmo vem da EDUCAÇÃO que recebemos e não por sermos Seres Humanos, superiores aos animais, como gostamos de acreditar. Nem toda a evolução pela qual passamos nos tornou melhores, principalmente no que diz respeito a nossa capacidade de CONTROLAR NOSSOS IMPULSOS NEGATIVOS, diante de situações nas quais nos sentimos agredidos ou desrespeitados. Neste aspecto permanecemos iguais aos primeiros hominídeos.

Este é O GRANDE DESAFIO que sempre encontraremos para sermos Altruistas e alcançarmos a PAZ MUNDIAL. Esta só alcançaremos através de uma EDUCAÇÃO DE EXCELÊNCIA, nunca uma Educação de apenas Transmissão de Informação !!!

Angela Alem                                                                                               09-04-2014

2 comentários sobre “Uma Odisseia no Planeta Terra

  1. Excelente texto, minha querida Angela Alem ❤ ❤ . A nossa Sociedade Global merece que os Valores Humanos sejam devidamente transmitidos às novas gerações em complemento de uma Educação de Excelência. As falhas de Altruísmo no Ser Humano estão a atrasar a nossa evolução.
    Corremos o risco de chegarmos ao Futuro com lacunas de desenvolvimento na Inteligência Holística do Homem.

    Curtir

  2. Obrigada por sua avaliação e suas palavras, meu querido Alfredo ❤ ❤ A idéia central deste texto que escrevi é fazer as pessoas refletirem sobre o que temos considerado a "EVOLUÇÃO DA HUMANIDADE"…, onde só consigo enxergar UMA GRANDE EVOLUÇÃO TECNOLÓGICA, mas permanecendo, TODOS NÓS, exatamente como em nossa origem – Primatas Emocionais. Haverá tempo para evoluirmos também Moralmente, Espiritualmente???? Ou permaneceremos eternamente resistentes a tais MUDANÇAS ESSENCIAIS , únicas capazes de nos transformar em HUMANIDADE ???

    Curtido por 1 pessoa

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s